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BASEmóvel
Desenvolvida a partir do projeto Contracondutas, Escola da cidade, em 2017.
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Os efeitos da obra deste artista são de sua responsabilidade

Vitor Cesar

Fortaleza, Ceará, Brasil. 1978
Vive em São Paulo

Desenvolve propostas que procuram constituir noções de público através de dinâmicas da vida cotidiana por meio de exposições, trabalhos gráficos, debates e outros projetos. Estudou Arquitetura e Urbanismo na UFC (Fortaleza, 2003), participou do grupo de estudos do Alpendre (Fortaleza, 2002), e desenvolveu dissertação de mestrado em Poéticas Visuais pela ECA/USP (São Paulo, 2009). Co-organizou o projeto Arte e esfera pública [com Graziela Kunsch], por meio do edital Conexão Artes Visuais - Minc/Funarte (2008). Trabalha desde 2005 no projeto Basemóvel – com edições desenvolvidas para o núcleo experimental de educação e arte do MAM-RJ, e o educativo do Instituto Tomie Ohtake.

Entre as exposições destacam-se: Anfibologia, tradução, Galpão VB (São Paulo, 2016); Playgrounds [como parte do Grupo Inteiro], MASP (São Paulo, 2016); Descrito como real [com Enrico Rocha], Centro Cultural São Paulo (São Paulo 2016); Anfibologia, reciprocidad, Museu experimental El Eco (Cidade do México, 2013); A parte que não te pertence, Kunsthaus Wiesbaden (Alemanha, 2014); 33 Panorama da Arte Brasileira: P33 – Formas únicas da continuidade no espaço, Museu de arte Moderna (São Paulo, 2013); 8a Bienal do Mercosul: Ensaios de Geopoética (Porto Alegre, 2011).

Realizou residência no programa Videobrasil em contexto, Ujazdowski Castle (Varsóvia, 2015), Capacete (Rio de Janeiro, 2010) e MuseumsQuartier (Viena, 2006). Desenvolveu proposição gráfica do XI SITAC (Cidade do México). Atualmente é professor na Escola Entrópica, Instituto Tomie Ohtake.

Atualmente orienta grupo de estudos com Galciani Neves na Escola Entrópica, Instituto Tomie Ohtake.

Download dissertação de mestrado

vitor[at]vitorcesar.org

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